X-Force em X-Men 97: conheça o novo time

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X-Force em X-Men 97 chegou no momento certo: quando a série decidiu trocar o “modo heroísmo” por estratégia, sangue frio e uma abertura que parece que vai render reação em cadeia no fandom.

Do caos ao time secreto

A 2ª temporada de X-Men ’97 já começou com tudo: viagem no tempo, pancadaria estratégica e aquele clima de “cada episódio é uma escolha ruim tentando virar boa”. No meio dessa bagunça deliciosa, a série solta a bomba e apresenta a X-Force, que é basicamente a segunda equipe mais icônica dos mutantes quando o assunto é agir no escuro, com missão específica e zero paciência para protocolo.

Logo no segundo episódio da temporada, liderados por Cable, o grupo não só entra em cena como ganha até abertura própria. Sim, meu amigo: a X-Force recebeu tratamento de “headliner”, e isso só aumenta a expectativa de como a série vai dosar brutalidade e emoção sem virar só uma máquina de porrada.

Cable na liderança: o núcleo duro

Se os X-Men costumam ser o tipo de time que salva, ensina e tenta manter alguma esperança no ar, a X-Force

E é aí que entra Cable, sempre com aquele olhar de quem já viu o futuro, se arrependeu e decidiu agir mesmo assim. Ele lidera a X-Force com uma frieza que, sinceramente, combina demais com o que a temporada está fazendo contra o Apocalipse. A lógica é simples: se existe uma chance de apagar o problema antes que ele cresça, o time tenta fazer isso.

Aliás, Cable é um personagem que carrega muita história nos quadrinhos e na cultura dos mutantes. Para contextualizar a origem do conceito de X-Force e o papel dele nesse universo, dá para checar a página do grupo na Wikipedia, que resume bem como a equipe surgiu e por que ela sempre foi “mais tática e menos bonitinha”.

Membros confirmados e a pegada da equipe

Nos quadrinhos, a X-Force tem um DNA bem específico, e X-Men ’97 parece querer respeitar isso. O núcleo do grupo na história inclui Psylocke e Arcanjo, com aquela mistura de habilidades que funcionam tanto no combate quanto em operações mais furtivas.

O interessante é que a série também chama atenção para o recrutamento de personagens que conversam com a dinâmica do time. Jubileu entra como elemento-chave, porque traz uma perspectiva diferente e, ao mesmo tempo, deixa claro que o time não opera só no “vamos matar, acabou”. Ele precisa de alguém que veja o valor do risco calculado versus o risco desnecessário.

Outro nome é Roberto da Costa, o brasileiro Mancha Solar. Ter um mutante com identidade tão forte e reconhecível na cultura pop brasileira dentro de um time como a X-Force é daqueles acertos que a Marvel adora: dá cor local sem tirar a essência do universo. Na prática, ele funciona como ponte emocional e, claro, como potência para missões mais agressivas.

X-Force vs X-Men: a diferença que muda tudo

A grande sacada da série é mostrar que X-Force não é “versão dark” dos X-Men. É outro estilo de trabalho. Os personagens ficam chocados com Cable disposto a ir para um lado mais extremo, até com a ideia de assassinar um cavaleiro de Apocalipse. Isso choca porque, no mundo dos mutantes, o certo e o errado podem depender do tempo, da ameaça e da oportunidade.

Quando Jubileu aprende ou ajuda a ajustar essa visão, a série deixa uma mensagem bem típica de X-Force: a diferença não está só na força. Está na filosofia. O time pode não gostar de colocar outros mutantes em risco desnecessariamente, mas entende que às vezes a maior proteção é agir antes, mesmo que isso custe moral, limites e, sim, sangue.

E se você já curte os quadrinhos, esse tipo de dilema é praticamente a assinatura da X-Force. No arco clássico, o grupo enfrenta uma situação em que matar Apocalipse parece a solução perfeita, só que o vilão ainda era uma ameaça em forma de “o futuro antes de acontecer”. A pergunta que fica, obviamente, é: o que é justiça quando o tempo corre contra você?

Será que a X-Force vai sobreviver ao Apocalipse?

Com a X-Force em campo, X-Men ’97 ganha uma camada extra de tensão: agora não é só “quem vai vencer”, é “qual preço a equipe vai pagar para vencer”. E com Cable, Psylocke, Arcanjo, Jubileu e Mancha Solar jogando juntos, a sensação é que a série vai subir o nível de imprevisibilidade.

O Apocalipse é gigante, literal e emocionalmente. Mas se a X-Force aprendeu alguma coisa nos quadrinhos, é que missão grande exige decisão desconfortável. E nessa altura do campeonato, depois dessa abertura e desse time secreto em modo total, dá para apostar que a temporada vai usar todo o peso do nome X-Force para transformar esperança em estratégia.

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