Zach Cregger revelou como conheceu Austin Abrams em Resident Evil [REVELADO]

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Zach Cregger contou, nos bastidores de Resident Evil, exatamente como conheceu Austin Abrams e como os dois entraram no modo “bit” para o filme engrenar.

Como rolou o encontro no almoço

No novo vídeo dos bastidores de Resident Evil, publicado no sábado (19), Zach Cregger recebe Austin Abrams para narrar a história de quando se conheceram. E já adianto: não foi aquele “olá, tudo bem?” simpático de tapinha nas costas. Foi mais estilo “você apareceu do jeito certo, na hora certa”.

Cregger conta que sabia que queria Austin para interpretar um personagem viciado em drogas. Aí, em vez de começar com papo técnico, ele já foi direto para o combo: encontro marcado para um almoço. O detalhe é que Cregger diz que nunca tinha falado com Abrams antes e, ainda assim, Austin apareceu “a caráter”, como se tivesse vindo pronto para gravar.

O “bit” que virou atuação perfeita

O cineasta descreve Austin chegando com uma camisa suja, sem fazer contato visual direto, e ficando com os olhos “passeando” pelo ambiente. Na cabeça do diretor, aquilo podia ser parecer difícil. Mas, ao mesmo tempo, era exatamente a aparência que ele precisava para o papel.

Em seguida, Cregger tentou encaixar o encontro no mundo real: ofereceu trabalho ao ator. E aí vem a parte engraçada da conversa. Austin, segundo Cregger, respondia coisas como “é, cara…” e parecia meio desconectado. Só que o contexto inteiro era o personagem. A atuação já vinha “rodando” antes mesmo das câmeras.

No fim do almoço, o diretor finalmente disse que ia dar o trabalho. A resposta de Austin foi: “Sério?!”. Ou seja, o cara estava tão dentro do personagem que a confirmação de verdade virou surpresa mesmo.

Segunda parceria: de A Hora do Mal para Resident Evil

Esse encontro não é só uma curiosidade nerd de bastidor. Ele mostra por que Resident Evil já nasce com uma ponte emocional e criativa entre diretor e ator. Afinal, essa é a segunda parceria do duo.

Antes disso, Zach Cregger e Austin Abrams já colaboraram em A Hora do Mal. O longa rendeu destaque na premiação recente, com Amy Madigan levando Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante. Não é pouca coisa: é um tipo de credencial que faz o público prestar atenção quando vê um novo projeto deles.

Para quem gosta de bastidores, isso vira um daqueles “eu sabia que ia dar match”. Porque não é só elenco bom. É método de trabalho alinhado. E, convenhamos, “comprometer com o bit” é uma vibe que funciona muito bem em terror.

Elenco e enredo: por que a química importa

Em Resident Evil, Austin Abrams lidera o elenco. O filme acompanha um entregador médico que acaba no meio de um surto com criaturas infectadas, aquele cenário clássico que transforma rotina em caos. E, nesse tipo de história, o que sustenta a tensão é o desempenho: presença, timing, e o tipo de desequilíbrio que o personagem traz.

Além de Abrams, o longa conta com Paul Walter Hauser (Quarteto Fantástico: Primeiros Passos), Kali Reis (True Detective), Zach Cherry (Ruptura) e Johnno Wilson (I Love That For You). No roteiro, Shay Hatten, e na direção, Zach Cregger. Ou seja: tem gente acostumada com escalada de tensão.

Se a química de bastidor já aparece assim, imagina o resultado na tela. Para contexto geral da franquia e suas adaptações, vale dar uma olhada em Resident Evil, que ajuda a situar onde a versão atual tenta se posicionar dentro do caos capcomiano.

Isso muda sua expectativa do filme?

Se você curte terror com direção afiada, essa história de “chegar a caráter” e só sair do personagem no último momento deixa uma mensagem clara: em Resident Evil, o método deles é entrar no mundo antes da cena.

Agora me diz: depois desse relato, você vai assistir esperando mais atuação “no controle” ou vai torcer pelo caos proposital que esse tipo de comprometimento promete?

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