Possessão: Paul Dano negocia remake com Margaret Qualley

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Possessão está prestes a ganhar um novo episódio de caos psicológico: Paul Dano pode entrar no remake ao lado de Margaret Qualley e Callum Turner.

Paul Dano entra na jogada do remake

Segundo informações exclusivas do Nexus Point News, Paul Dano está em negociações para estrelar o remake de Possessão, o clássico do terror psicológico que marcou uma geração. Se o acordo avançar, o ator vai se somar a Callum Turner e Margaret Qualley, que já estão confirmados como os protagonistas Mark e Anna.

A notícia chega naquele clima de “tá, mas quem vai ser esse cara na história?” que todo fã de terror sente quando um elenco forte começa a se formar. E, falando bem direto: Paul Dano é daqueles atores que conseguem deixar qualquer cena meio desconfortável só pelo olhar. Combina demais com o tipo de paranoia que o material original sugere.

Elenco confirmado e o mistério do personagem

Com Qualley e Turner na linha de frente, o remake já tem a base emocional do que deve vir por aí. Margaret Qualley (Anna) tem uma vantagem enorme: ela sabe transitar entre o “normal” e o perturbador sem ficar teatral demais. Já Callum Turner (Mark) parece ser a escolha certa para sustentar o suspense do marido que tenta entender o que está acontecendo.

O detalhe que ainda não foi destrinchado é: quem Paul Dano vai interpretar. Por enquanto, o estúdio e a produção mantêm o nome do personagem em segredo, o que é praticamente um convite para a internet criar teorias. E como o roteiro é baseado em um drama com viradas bem específicas, faz sentido não soltar essa informação cedo demais.

As filmagens estão previstas para começar em julho, então a tendência é que, em breve, surjam mais atualizações sobre o elenco e sobre como o remake vai adaptar os elementos mais marcantes do original.

Parker Finn e os bastidores do terror

O projeto também tem uma carta importante na manga: Parker Finn. Ele vai dirigir e roteirizar o remake, vindo do universo de Sorria, que mostrou ao mundo que ele entende bem como construir medo com timing e incômodo crescente.

Na produção, o nome de Robert Pattinson aparece junto de Jonathan Fass e Roy Lee, além da Paramount Pictures no desenvolvimento. Ou seja, além do diretor que já sabe lidar com terror moderno, tem capital e atenção para fazer o projeto chegar no nível “evento” e não só mais um remake pipocado por aí.

Para quem gosta de acompanhar o que Parker Finn anda fazendo, vale ficar de olho em referências e entrevistas relacionadas ao filme Sorria (Smile), já que o estilo visual e a construção do suspense são pistas indiretas do que pode aparecer por aqui.

De onde vem o clássico de 1981

O original de Possessão é de 1981, dirigido por Andzrej Żuławski, com roteiro dele e de Frederic Tuten. No elenco, Sam Neill e Isabelle Adjani foram os responsáveis pela força do filme, que acompanha um espião que volta ao lar na Berlim Ocidental e encontra a esposa com comportamento perturbador, pedindo pelo divórcio.

Aliás, Adjani foi premiada com Melhor Atriz no Festival de Cannes por esse papel. Isso por si só já diz muito sobre o peso da história, o tipo de interpretação exigida e o tipo de “desencaixe” emocional que o filme provoca. Em outras palavras: não é só terror. É sofrimento psicológico com cara de realidade quebrando em câmera lenta.

O remake vai ter um trabalho gigantesco para honrar essa aura, mas também para trazer a linguagem do presente. Talvez seja exatamente por isso que a escolha do elenco conta tanto agora. Quando você coloca Qualley e Turner como base e adiciona Paul Dano num ponto ainda desconhecido, o projeto ganha um potencial de desequilíbrio interessante.

Vai dar para sentir o mesmo incômodo do original?

Se Paul Dano confirmar participação, o remake de Possessão começa a ficar com cara de “tem tudo para dar certo e assustar direito”. Com Parker Finn na direção e um elenco que parece pronto para empurrar a narrativa para o desconforto máximo, a pergunta que fica é simples: o novo filme vai replicar a sensação de ruptura psicológica do original ou vai criar uma nova forma de fazer o espectador desconfiar do que está vendo?

Por enquanto, julho é o marco. Até lá, é esperar por mais nomes no elenco, detalhes de personagem e aquela promessa típica de remake: “será que vai ser melhor que o clássico?”. Spoiler: do jeito que esse elenco está sendo montado, vai no mínimo render conversa por semanas.

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