Rodrigo Santoro faz o vilão Abu em Corrida dos Bichos e entrega uma “família moderna” com três esposas no filme do Prime Video.
- Quem é o Abu e por que ele é assustador
- A dinâmica das três esposas: Grazi Massafera, Camilla de Lucas e Raquel Karro
- Por que o figurino do Santoro vira pistas do personagem
- Futuro, acordos e “família moderna” sem cartilha
- Vai querer ver essa família dar certo ou só julgar?
Corrida dos Bichos mistura corrida, desigualdade e estética “cyber, mas na maldade”. No meio desse caos, o Prime Video traz um vilão com carisma de quem não pede licença: Abu. E, sim, o pacote vem completo: Rodrigo Santoro comandando um jogo onde ricos mandam e pobres correm… só que agora com um detalhe que muda o tempero de vez.
Quem é o Abu e por que ele é assustador
Nos bastidores, Santoro deixa claro que prefere tratar o personagem como antagonista, não como “vilão de manual”. O Abu é showman, sedutor pela própria imagem e tem aquele tipo de presença que faz a sala ficar quieta mesmo sem ele levantar a voz.
Na trama, ele coordena uma parte do jogo onde a fantasia vira armadilha. A ideia de “jogo do bicho futurista” funciona como pano de fundo, mas o que gruda na cabeça é como o Abu transforma tudo em espetáculo: terno, voz, ritmo e controle. É o tipo de personagem que faz você pensar: “ok, ele tem plano… e você não é parte dele”.
A dinâmica das três esposas: Grazi Massafera, Camilla de Lucas e Raquel Karro
O twist é que o Abu não é só um chefão do jogo. Ele também tem três esposas: Grazi Massafera, Camilla de Lucas e Raquel Karro. Quando a história propõe essa “família” em um mundo distópico, dá aquela sensação inicial de “isso vai soar machista”. Só que o filme vai por outro caminho.
Segundo a preparação do elenco, existe um acordo entre as quatro pessoas. Santoro descreve a dinâmica como complementação, sem aquela leitura de patriarcado simplista. A sensação é de que o Abu continua sendo uma figura viril, mas a estrutura da relação é construída como parceria e espaço compartilhado.
Na interpretação, isso aparece em como cada uma ocupa um nicho do personagem: a Camilla coloca a personal stylist do Abu como motor de conexão, enquanto as outras funções fecham o quebra-cabeça emocional e social da família.
Por que o figurino do Santoro vira pistas do personagem
Se você gosta de detalhe, vai amar. A caracterização do Abu não é “bonitona por estética”. Santoro fala que a construção vem aos poucos, com pesquisa e com tudo tendo motivo. É aquele tipo de trabalho que lembra RPG bem feito: você não troca armadura só porque ficou legal, você escolhe porque combina com a lore.
O terno dourado, a barba branca geométrica e os óculos ajudam a passar a ideia de luxo decadente e perigo elegante. E tem mais: acessórios e tatuagens viram códigos. A tatuagem no antebraço, por exemplo, aponta vitórias na corrida do ano passado. Já o colar com chocalho referencia a cobra cascavel.
Mesmo durante maquiagem, ele gosta de entrar no clima com música. Parece bobo, mas para ator é quase “buff de interpretação”: ajuda a pessoa a vestir o personagem de verdade.
Futuro, acordos e “família moderna” sem cartilha
O ponto que mais chama atenção é a intenção por trás de “família moderna”. Santoro comenta que a ideia pode parecer patriarcal de cara, mas a preparação foi feita para que a história mostre uma dinâmica futura, com regras próprias e entendimento entre os personagens.
Ou seja: Corrida dos Bichos tenta tirar a discussão do lugar comum e jogar no campo da convivência e da negociação. Não é “quanto mais polêmico, melhor”. É “como isso funciona quando o mundo está quebrado e o jogo exige cooperação?”.
Para completar, as personagens querem estar ali. A narrativa deixa a impressão de que a relação é desejo, estratégia e presença constante. E sim, isso torna o Abu ainda mais interessante como antagonista. O jogo deixa de ser só sobre corrida e passa a ser sobre controle humano em tempo real.
Se você quiser contextualizar a produção e onde assistir, o Prime Video é o ecossistema oficial do lançamento.
Você acha que essa “família moderna” funciona como força narrativa ou só como provocação?
Porque, sinceramente: depois de ver Rodrigo Santoro descendo como Abu e colocando três esposas nessa engrenagem, fica difícil ignorar. A pergunta que sobra é se essa escolha vai te convencer ou vai te deixar com mais dúvidas do que resposta.
Agora me diz nos comentários: você assistiria por curiosidade, por elenco, ou porque o Abu parece aquele vilão que faria até um speedrun da maldade?
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