Bad Bunny vence 1º Emmy do Super Bowl: [REVELADO] tudo

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Bad Bunny conquistou seu primeiro Emmy por conta do show do intervalo no Super Bowl, e o detalhe nerd que ninguém esperava é que o brasileiro Miguel Gandelman também levou troféu.

Emmy do show do intervalo: o que rolou nos Creative Arts Awards

O show do intervalo do Super Bowl protagonizado por Bad Bunny, que foi ao ar em 8 de fevereiro, virou assunto também na premiação. Ele venceu em sete categorias do Creative Arts Awards, que é a primeira noite dos Emmy. Ou seja: não foi só “viral na internet”, foi o tipo de produção que passa no teste mais chato possível.

No mundo nerd, isso é igual quando um filme leva prêmios técnicos porque o pessoal pensou em tudo. Iluminação, direção, som, coreografia e câmera trabalhando juntos para fazer a experiência parecer maior do que é.

Primeiro Emmy do Bad Bunny: Melhor Especial de Variedades ao Vivo

O Bad Bunny levou a estatueta de Melhor Especial de Variedades ao Vivo. Na prática, a indicação não foi só para “o artista aparecer bem”. A categoria considera o show como um pacote completo, então entrar como produtor e performer conta muito. E olha a cereja do bolo: o resultado consolidou o impacto do especial The Apple Music Super Bowl LX Halftime Show Starring Bad Bunny.

Esse tipo de prêmio geralmente dá um empurrão de reputação em direção a outras frentes, principalmente quando o público já consome o artista em múltiplas plataformas.

Miguel Gandelman venceu: direção musical em destaque

O Emmy de Melhor Direção Musical ficou com o brasileiro Miguel Gandelman, responsável pela direção musical da atração. Sim, o nome do nosso conterrâneo apareceu no meio de uma premiação gigantesca, daqueles momentos que a gente quase grita na sala.

Além dele, Jay-Z, um dos produtores executivos do show, também levou seu terceiro Emmy. Ou seja: não é “um troféu isolado”. Tem gente pesada por trás na parte de produção e curadoria.

Para entender mais sobre a premiação e o contexto dos Emmy, dá para conferir a visão geral na página dos Primetime Emmy Awards.

Sete categorias, uma vibe de “final de temporada”

O especial do Super Bowl ainda venceu em outras áreas, incluindo Melhor Direção Musical, Melhor Coreografia, Melhor Mixagem de Som, Melhor Design de Iluminação, Melhor Direção de Câmera e mais uma direção relacionada. Traduzindo: a produção foi reconhecida como “tudo junto e misturado do jeito certo”.

No fim, o que essas categorias reforçam é que um show de intervalo virou quase uma obra audiovisual. É narrativa visual, é timing de performance, é engenharia de áudio. Se você for pensar como nerd, é tipo um boss fight: não basta ter dano, tem que ter fase, roteiro e sincronização perfeita.

Com isso, o legado do show tende a crescer. Porque quando o prêmio bate, ele vira referência, e referência vira padrão. E padrão vira “copiam e melhoram” na próxima geração de apresentações.

E agora: o que isso diz sobre o futuro de shows no Super Bowl?

Se um show do intervalo do Bad Bunny varre categorias e ainda faz o Brasil aparecer com força via Miguel Gandelman, a pergunta é: o Super Bowl virou palco de Emmy disfarçado, ou a gente ainda vai fingir que é só entretenimento?

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