Giovanna Lancellotti reencontra Maísa em Case-Me se Puder

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Giovanna Lancellotti celebrou um reencontro daqueles que a gente só vê em rom com: reencontrou Maísa Silva anos depois para viver mais uma rodada de confusão, química e casamento que vai dar o que falar em Case-Me se Puder.

O reencontro “quase dez anos” com Maísa

Se você lembra de Tudo por um Popstar (2018, com “continuação” em 2024) é impossível não sentir aquela nostalgia boa. Pois agora Giovanna Lancellotti volta para o universo das comédias românticas com Case-Me se Puder e, melhor ainda, reencontra Maísa Silva no set.

Segundo a atriz, elas já tinham uma conexão especial desde a primeira parceria, mas o reencontro demorou quase dez anos para acontecer. Traduzindo: foi aquele timing que só a indústria consegue, tipo quando o MCU demora para te dar a cena que você jurou que existia. E deu certo. A química de amigas, que começou em Popstar, ganha nova camada em uma trama em que todo mundo está a uma frase de arruinar o próprio plano.

O filme aproveita esse histórico para deixar a dinâmica das personagens com cara de “reunião de elenco que deu match de verdade”. E sim, é rom-com, então a previsão é clara: vai ter romance, vai ter confusão e vai ter aquele momento de virada que faz a gente esquecer do resto do mundo por duas horas.

Beatriz Barreto e o caos do casamento

Lancellotti vive Beatriz, assessora de casamentos com uma missão bem específica: provar competência depois de uma cerimônia desastrosa. Aí entra o prato cheio da história. Organizar o casamento dos herdeiros Dayanne (Maisa Silva) e Matheus (Igor Jansen) vira a oportunidade perfeita para a Beatriz se reerguer.

Mas porque rom-com sem treta não rola, o enredo ainda tem um novo elemento: o amigo do noivo, Miguel (Maicon Rodrigues), também está de olho em orquestrar essa celebração milionária. Resultado? Concorrência, estratégias e aquela sensação de que todo casamento vai virar um episódio inteiro de “por que eu aceitei isso”.

Mesmo sem dar spoiler total, a atriz deixa claro o tom: este casamento vai gerar impacto, e a frase “case-me se puder” funciona como ameaça e desafio ao mesmo tempo. É o tipo de trama em que a personagem correta encontra uma realidade completamente fora do controle.

Rom-com com toque de expert e personalidade “Monica vibes”

O que mais chama atenção na descrição de Beatriz é o contraste. Ela é metódica, super organizada e tem um jeitão de “eu planejei tudo, então por favor não mexam no meu roteiro”. Lancellotti compara a personagem com Monica de Friends, e faz sentido: é aquela energia de perfeccionismo que quer que o mundo funcione do jeito certo.

Enquanto isso, Maisa interpreta a noiva maluca que joga confete na lógica e transforma qualquer planejamento em caos cinematográfico. É o tipo de combinação que funciona porque não é só “duas pessoas diferentes”, é duas visões de realidade batendo de frente. E aí nasce a comédia, porque a organização encontra a imprevisibilidade.

Falando em tom geek, é como se Case-Me se Puder fosse um RPG onde Beatriz tem stats altos de estratégia e Maísa vem com habilidade especial: causar eventos inesperados em escala social. Você não sabe quando vai acontecer, só sabe que vai acontecer.

Para quem quer acompanhar o estilo do projeto e o contexto do cinema nacional, vale a conferida no Omelete, que sempre cobre lançamentos e entrevistas do setor.

Cinema como sonho, crescimento e a abertura da produtora

Além de falar do reencontro com Maísa, Giovanna também comentou a relação com o cinema. Ela destaca que o audiovisual sempre foi um sonho grande e que, mesmo tendo vivido bem na TV, é no cinema que ela “suspira”. Dá para sentir o carinho: ela se diz cinéfila e defende que filmes são eternos, no sentido de que as histórias ficam.

Ela também menciona o retorno ao gênero após um período focado em outras frentes, citando Dona de Mim. E, de quebra, já aponta um próximo passo: abrir uma produtora e começar a produzir histórias além de apenas interpretar personagens. Isso coloca a atriz em um lugar bem interessante, tipo quando a gente percebe que o personagem virou o autor do próprio universo.

O discurso dela é bem alinhado com a ideia de potencial do cinema brasileiro: um país potente, com repertório forte e reconhecimento que atravessa fronteiras, inclusive porque as pessoas conhecem novelas, mas podem se apaixonar também por filmes. E, no fim, é isso: dar continuidade ao sonho e expandir a forma de participar da indústria.

E aí, vai dar certo? Case-Me se Puder promete

Case-Me se Puder chega aos cinemas em 2027, com direção de Cris D’Amato e roteiro de Luanna Guimarães. E pelo que foi apresentado, o filme já nasce com duas forças: o reencontro de Giovanna Lancellotti e Maísa Silva depois de uma década quase inteira e a premissa do casamento que vira teste de competência, ego e paciência.

Se você gosta de rom-com que mistura organização demais com caos total, essa é uma combinação bem “perfeita e explosiva”. E se existe uma assinatura clara do gênero, é essa: a vida bagunça tudo, o coração entra em modo turbo e, quando você vê, está torcendo para o que parecia impossível acontecer.

Pronto: o casamento vai ser o vilão mais divertido da história?

Entre reencontro histórico, personagem metódica em choque com uma noiva imprevisível e uma trama que promete rir e torcer, Giovanna Lancellotti e Maísa Silva parecem apostar alto em Case-Me se Puder. Agora é só esperar 2027 e ver se a Beatriz sobrevive ao caos com dignidade e estilo.

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