Glen Powell e Richard Linklater se reunem para um filme sobre Lou Gehrig, com roteiro de Simon Rich e produção ligada à Universal. Sim: o “Cavalo de Ferro” vai ganhar mais uma volta no parque… só que no cinema.
- Por que esse projeto virou pauta agora
- Quem vem no filme (e o porquê disso ser bom)
- Lou Gehrig, ELA e o peso da história
- Como o estilo do Linklater pode mudar o jogo
- Você apostaria quanto nessa parceria?
Por que esse projeto virou pauta agora
Segundo o Deadline, Glen Powell e Richard Linklater se juntam para um filme sobre Lou Gehrig na Universal. O mais interessante aqui é que o reencontro não é aleatório: eles já trabalharam juntos em Jovens, Loucos e Mais Rebeldes (2016) e ainda passaram pelo clima de comédia em Assassino por Acaso (2024). Ou seja, tem química de criação em comum, e isso geralmente vira resultado melhor do que “contratar talentos e torcer”.
Além disso, a escolha do tema é daquelas que seguram a atenção mesmo quando a história não é “sobre explosões”. Gehrig é um nome que conversa com esporte, drama humano e legado histórico. É tipo quando o roteiro resolve ser canon de vez.
Quem vem no filme (e o porquê disso ser bom)
Powell vai viver o lendário jogador do New York Yankees. Na direção, Richard Linklater. No roteiro, Simon Rich. Se você acha que isso é só “gente talentosa”, bora descer um nível: Linklater costuma construir personagens com textura e tempo, e Rich tem faro para humor e estrutura narrativa que dá respiradinha para a emoção entrar sem atropelar.
O projeto ainda conta com produção de Lorne Michaels e Erin David (via Broadway Video), além de Powell e Dan Cohen (da Barnstorm). E tem detalhe extra: Linklater estaria em negociações para produzir pela Detour Filmproduction. Traduzindo: a sala é cheia e o “controle criativo” tende a existir.
Lou Gehrig, ELA e o peso da história
Lou Gehrig, o famoso “O Cavalo de Ferro”, foi um dos grandes nomes do beisebol. Ele acumulou 2.130 jogos consecutivos, venceu seis World Series e ainda conquistou a Tríplice Coroa em 1934. Parece ficha técnica de videogame, só que real e muito mais trágica.
A carreira dele foi interrompida pela doença que leva o nome de ELA. Gehrig morreu em 1941, aos 37 anos. E, aqui entra um ponto que deixa o filme ainda mais curioso: a história dele já foi adaptada no cinema apenas uma vez, no clássico O Orgulho dos Yankees (1942), estrelado por Gary Cooper. Então, qualquer nova versão precisa lidar com comparação inevitável. E no bom sentido, pode adicionar um recorte mais contemporâneo.
Para contexto histórico, vale olhar a ficha do próprio Lou Gehrig e entender por que ele virou símbolo dentro e fora do esporte.
Como o estilo do Linklater pode mudar o jogo
Se você é fã de Linklater, sabe que ele não costuma tratar histórias “sérias” como se fossem pêndulo carrancudo. O cara geralmente encontra humanidade no ritmo, no que fica subentendido e no jeito de deixar o público sentir sem empurrar.
Agora imagina isso aplicado a um atleta que, além das estatísticas absurdas, virou ícone por causa da doença e do impacto social do que enfrentou. É uma chance de fazer um filme que seja ao mesmo tempo biográfico e emocionalmente honesto, sem virar apenas aula de história com trilha dramática.
E tem um tempero nerd interessante: Rich assinou recentemente Artificial, de Luca Guadagnino, com Andrew Garfield como Sam Altman. Quer dizer, ele está transitando por narrativas que misturam ética, figura pública e conflito. Isso pode ajudar a dar camadas ao roteiro do Gehrig, porque a vida dele não é só “superar um desafio”. É também sobre legado e percepção do mundo.
Você apostaria quanto nessa parceria?
Entre Glen Powell no papel de Lou Gehrig e Richard Linklater dirigindo com Simon Rich no roteiro, a pergunta é simples: você acha que essa combinação vai fazer o filme acertar o coração sem perder o charme, ou vai soar como “biopic competente, mas sem magia”? Bora trocar ideia.
Sugestão para o seu Set-up Nerd:
Encontramos produtos incríveis com desconto!
Ver Funko Pop Lou Gehrig Yankees boneco colecionável na Amazon















