Olivia Wilde quase foi pisoteada em Cowboys & Aliens

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Olivia Wilde revelou que quase foi pisoteada por cavalos durante as filmagens de Cowboys & Aliens, e que Walton Goggins foi o cara que, literalmente, desviou o desastre.

A cena que virou terror no set

Em entrevista ao podcast Armchair Expert, Olivia Wilde contou um perrengue daqueles de dar calafrio. Durante a produção de Cowboys & Aliens (filme de 2011 dirigido por Jon Favreau), ela estava numa sequência de galope em alta velocidade, no deserto, com um monte de cavalos e gente voando por tudo que é lado. Sim, era exatamente o tipo de caos coreografado que Hollywood adora, só que, dessa vez, quase deu muito errado.

De acordo com Wilde, havia uma “grande vala” no caminho e o cavalo pulou. Só que ela foi arremessada. O tom da história deixa claro que não foi aquele susto rápido e pronto. Ela caiu no chão e, pior, ficou do outro lado do desnível de terra. Resultado: os cavalos que vinham atrás não enxergavam ela, e havia muita poeira no ar.

Olivia descreveu que ficou ouvindo o som dos animais se aproximando, algo que parecia “um trovão” chegando. A mente vai longe nesses momentos, né? Ela disse que pensou que, se fosse acontecer, seria rápido. Em resumo: foi o equivalente cinematográfico de um “game over” antes mesmo de qualquer alienígena aparecer.

O momento em que Goggins virou o jogo

Mas aí entra Walton Goggins, o guardião improvável do dia. Wilde afirmou que ele a tinha visto à frente e, em uma fração de segundo, tomou uma decisão de sobrevivência: virar seu cavalo de lado bem na frente dela, bloqueando a investida dos outros animais. Foi uma proteção direta ao corpo dela, enquanto os cavalos “se chocavam” contra a barreira improvisada.

Olivia também comentou que outras pessoas no set chegaram a achar que ele tinha “enlouquecido”. Essa é a parte que mais combina com qualquer história de bastidor: você só entende o contexto quando alguém sobrevive e conta depois. No caso dela, o movimento de Goggins foi feito para garantir que o que estava prestes a acontecer contra ela fosse desviado para longe.

E aí, pra coroar, Wilde chamou o ator de “herói da vida real”. Afinal, no fim, não foi só coordenação de cena. Foi instinto, leitura rápida do perigo e habilidade com cavalo. Walton Goggins não salvou a personagem. Salvou a pessoa.

O que isso diz sobre filmar em ritmo maluco

Se tem uma coisa que lives geek de cinema aprendem rápido é que set de ação é quase um esporte radical. Você tem coreografia, mas também tem variáveis. Cavalo não é NPC. Ele toma decisões, reage ao ambiente e reage ao resto do elenco. Então, mesmo com planejamento, um detalhe como uma vala ou uma queda pode transformar uma cena em emergência.

O relato de Wilde reforça como a filmagem depende de muita comunicação e, claro, de profissionais que sabem agir quando o roteiro perde o controle. E tem mais: ela mencionou o cenário “deserto” com muitos cavalos atrás. Ou seja, não era um lugar seguro para ficar imóvel por tempo demais.

Pra quem curte bastidores, esse tipo de história lembra que, por trás dos “tiros e explosões”, existe um pessoal treinado lidando com risco real. E, às vezes, o protagonista não é quem está na frente da câmera, e sim quem faz o improvável dar certo no segundo crítico.

Cowboys & Aliens, um OVNI de 2011

Cowboys & Aliens é aquela mistura que soa como mashup de fã: faroeste com ficção científica e alienígenas, estrelado por Daniel Craig e Harrison Ford. O filme custou cerca de US$ 160 milhões e, mundialmente, faturou por volta de US$ 175 milhões, ficando naquela linha entre “ok, foi” e “por que isso não virou franquia maior?”.

Mesmo com o desempenho, a produção virou referência para quem gosta de histórias bizarras e elos entre gêneros diferentes. E, sinceramente, depois desse relato, dá vontade de olhar pro set como se fosse parte da lore do filme: além dos alienígenas, teve quase um bossfight de cavalos. E a party comp era formada por drama, poeira, velocidade e um Walton Goggins no modo ação.

Aliás, a direção do projeto, de Jon Favreau, é conhecida por misturar entretenimento com espetáculo técnico. O que combina com a ideia de que um filme grande é sempre uma operação de risco. Se tudo dá certo, a gente vê magia. Se dá errado, vira história de podcast.

Sem heroísmo, seria só mais um acidente

No fim das contas, Olivia Wilde explicou que a cena quase terminou em tragédia, mas que Walton Goggins foi o fator decisivo para ela não ser pisoteada. É aquele tipo de lembrança que fica: não importa o tamanho do set, o mundo real ainda manda a dificuldade extra.

E, pra quem ama cultura geek, fica a lição. Mesmo quando a narrativa é alienígena, o perigo pode ser completamente terrestre. Às vezes, o verdadeiro “salvador” não aparece nos pôsteres. Ele só está fazendo o desvio certo no momento mais caótico do dia.

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