Protocolo de Extermínio: A24 ganha data no Brasil

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Protocolo de Extermínio é o tipo de filme que chega com cara de “A24 vai estragar minha paz” e, honestamente, a gente já está aceitando o caos. A produção de ação estrelada por Adria Arjona e com Alex Poatan no elenco ganhou data e título por aqui.

O que é Protocolo de Extermínio e por que ele é diferente

Quando a A24 anuncia um filme de ação, normalmente é aquela combinação meio improvável de tensão real, violência estilizada e um quê de “não sei como, mas vai dar certo”. Em Protocolo de Extermínio, esse DNA vem com uma premissa bem direta: uma sniper precisa encarar sozinha um esquadrão de soldados geneticamente modificados em pleno deserto. Ou seja, não é só tiroteio por tiroteio. Tem plano, tem pavor e tem aquela energia de sobrevivência que gruda.

O longa também ganha uma mudança interessante de identidade para o público brasileiro. O título original em inglês é Onslaught, mas por aqui foi batizado como Protocolo de Extermínio, um nome que soa como missão de filme B com orçamento de estúdio grande. E, falando nisso, a distribuidora responsável no Brasil é a Diamond Films, confirmando o lançamento em cinemas.

Elenco e direção: Wingard na mira

No comando está Adam Wingard, diretor de Godzilla vs. Kong, ou seja: ele entende bem de espetáculo, ritmo e violência coreografada. Wingard escreve a história em parceria com Simon Barrett, que é aquele tipo de roteirista que sabe deixar a tensão crescente sem ficar carimbando “agora vai dar ruim”.

O filme traz Adria Arjona como protagonista, num papel que exige presença o tempo todo. O elenco também inclui Dan Stevens, Drew Starkey, Rebecca Hall, Eric Wareheim, Reginald VelJohnson e Michael Biehn. E para quem curte luta, tem o destaque extra: Alex Poatan, lutador brasileiro, aparece no longa como parte desse time “não me chegue com conversa”.

Para ver o nome do diretor e filmografia com contexto, dá para colocar Adam Wingard na busca e entender como ele alterna entre terror e ação sem perder assinatura.

Sinopse: sniper contra esquadrão no deserto

A história acompanha uma sniper que precisa enfrentar sozinha um grupo inteiro de soldados geneticamente modificados. Sim, sozinho. Sim, no deserto. E sim, com uma missão que envolve salvar a própria filha. É aquele tipo de configuração que faz a gente pensar: “ok, ela vai ter que usar o cenário a favor, cada tiro precisa importar, e mesmo assim vai doer”.

O elemento dos soldados modificados é o que dá tempero sci-fi para a ação. Não é só “inimigos treinados”. Tem uma sensação de ameaça mais artificial, mais perigosa e, dependendo do que o filme entregar, menos previsível. Isso combina bastante com a cara de suspense tenso que a A24 gosta de vender.

E no meio disso tudo, aparece o desafio clássico do gênero: fazer um arco funcionar sem transformar tudo em repetição. Se o roteiro acertar o passo, Protocolo de Extermínio tende a funcionar como um jogo em que cada movimento conta, tipo chefes de fase com mecânicas diferentes.

Estreia no Brasil: 22 de outubro e contagem regressiva

A confirmação mais importante para quem estava de olho é a data. Protocolo de Extermínio estreia nos cinemas brasileiros em 22 de outubro. Pra muita gente, isso vira aquele tipo de marco no calendário: “vou separar um dia na agenda para isso aqui”.

Com Diamond Films na distribuição, a expectativa é de uma chegada bem alinhada com o público que gosta de ação de impacto e produção com identidade visual. E, claro, com Alex Poatan no elenco, a curiosidade fica ainda maior: não é todo dia que a gente vê um lutador brasileiro entrando num projeto de ação com esse carimbo de estúdio e diretor experiente.

O que esperar do estilo A24 com cara de pancadaria

O melhor do crossover entre ação e estética A24 é que a violência não vira só espetáculo. Ela vira narrativa. Em Protocolo de Extermínio, a promessa é de tensão sustentada, decisões rápidas e um ritmo que tenta manter você grudado na tela, mesmo quando o filme precisa espaçar as cenas para aumentar a ansiedade.

Também tem a assinatura de Wingard: ações que parecem planejadas para dar ritmo, cortes que aceleram quando necessário e uma construção que mistura eficiência com caos. No fundo, é aquela sensação de “isso é filme de ação, mas com alma de thriller”.

Se você curte ação com tensão, personagens em modo sobrevivência e a vibe de “cada segundo é último”, Protocolo de Extermínio tem tudo para virar conversa de corredor e review de rede social.

Vai ser bala, beleza e caos controlado em outubro?

Com Protocolo de Extermínio chegando em 22 de outubro, a A24 parece mais uma vez apostando no equilíbrio entre brutalidade e estilo. Entre Adria Arjona no centro da mira e Alex Poatan no elenco, a chance de ser um daqueles filmes que você recomenda sem pensar é real. Agora é só esperar a estreia e ver se o “protocolo” vai ser seguido até o fim.

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