Puremind desembarcou oficialmente no Reino Unido com a DKB Toys e já começou pegando fogo: a primeira venda na HMV esgotou rápido, do jeitinho que fã de anime gosta, com ansiedade e caixa na mão.
- Puremind: por que esse lançamento está esgotando tão rápido
- Linha kidult: blind boxes, acrílico e detalhes “de exibição”
- Galeria de madeira: o anime em formato de mini peça colecionável
- Licenças fortes e próximas apostas: Naruto, Frieren e mais
- Vai cair na sua prateleira ou na sua wishlist?
Puremind: por que esse lançamento está esgotando tão rápido
A DKB Toys anunciou o lançamento oficial no Reino Unido dos colecionáveis de anime Puremind. E, cá entre nós, a demanda inicial não veio “morando” no jeito. A primeira venda na HMV esgotou rapidamente, puxada por fãs que queriam itens oficialmente licenciados com estética de anime para sair da tela e virar decoração de verdade.
A linha chega com inspiração em títulos gigantes do gênero, incluindo Jujutsu Kaisen, Chainsaw Man e Frieren: Beyond Journey’s End. A proposta é simples e bem esperta: pegar elementos que funcionam muito no fandom e transformar em formatos colecionáveis que fazem sentido tanto para quem compra por nostalgia quanto para quem só quer exibir algo bonito.
Esse movimento também conversa com a tendência “kidult”, aquela cultura em que a gente junta infância e vida adulta no mesmo carrinho de compras. É o típico “não é brinquedo, é colecionável”, mas com aquele jeitinho de quem cresceu e continua viciado.
Linha kidult: blind boxes, acrílico e detalhes “de exibição”
O coração da Puremind é a variedade de formatos, especialmente os blind boxes. São colecionáveis que funcionam como uma mini surpresa a cada abertura, o que alimenta a roleta do caos colecionador: compra agora, quer completar conjunto depois. Entre os itens, aparecem figuras inspiradas em Jujutsu Kaisen Slice of Life, mini suportes de acrílico e prendedores de bolsa de pelúcia com orelha de gato.
O ponto aqui é a estratégia de mercado: além de chamar atenção pela surpresa, cada peça tem pegada de alta exibibilidade. Ou seja, não é só guardar dentro da gaveta. É deixar no cantinho do quarto, na mesa do home office ou em prateleiras que gritam “eu assisto anime e orgulho disso”.
E como esses itens têm carisma próprio, a linha também serve para quem quer entrar no mundo dos colecionáveis sem começar por figuras gigantes, aquelas que ocupam espaço e exigem investimento maior.
Galeria de madeira: o anime em formato de mini peça colecionável
Além dos formatos clássicos, a Puremind adiciona um tipo de peça que vira expositora: as peças de galeria de madeira. A ideia é pegar cenas do anime e transformar em um quadro/mesa para o fã montar e posicionar como quiser.
Esse formato é aquele meio termo perfeito entre “quero algo diferente” e “não quero uma figura gigante”. As peças são compactas, com estilo mais artístico, e focam em momentos de Jujutsu Kaisen e Chainsaw Man. Na prática, é uma forma de ter uma “vitrine” do fandom em casa sem precisar montar um santuário inteiro.
Para quem curte organização e estética, esse tipo de colecionável tende a cair bem em qualquer layout. E, para quem ama praticidade, também facilita compor um conjunto ao longo do tempo, em vez de tudo vir de uma vez.
Mesmo no universo geek, isso lembra bastante a lógica de coleções editoriais e itens de display que viraram tendência em várias comunidades, algo que só reforça que o público quer presença visual além de memorabilia.
Licenças fortes e próximas apostas: Naruto, Frieren e mais
Quando o assunto é licenciamento, a Puremind chega com nomes que já carregam histórico de público. A linha inclui broches, prendedores de bolsa e pelúcias inspirados em franquias queridonas, como Naruto e Frieren. E o plano é continuar expandindo o catálogo com mais licenças.
No futuro próximo, a marca já menciona apostas como DanDaDan e Demon Slayer, além de pelúcias de Hatsune Miku no final do ano. Em outras palavras, é aquele pacote: tem shonen pesado, tem fantasia marcante e tem pop musical que atravessa gerações. Bem “fã de tudo um pouco”.
Do lado corporativo, o diretor administrativo da DKB, James Luff, comentou que a resposta dos clientes e fãs foi “fenomenal”. Já Mike McGillion, diretor de vendas para Reino Unido e Nórdicos, falou da parceria com a DKB Distribution e destacou que os resultados do ano já superaram estimativas, com expectativa de novas IPs chegarem ao consumidor.
Esse tipo de crescimento normalmente indica que mais linhas e mais formatos devem aparecer, principalmente porque a aceitação dos canais de varejo do Reino Unido foi justamente o que colocou o projeto em alta.
Para referência de licenças e cenário de distribuição de anime no mercado britânico, vale acompanhar a cobertura do setor de mídia e varejo, que ajuda a entender como anúncios e parcerias costumam repercutir.
Vai cair na sua prateleira ou na sua wishlist?
Com Puremind na prateleira e personagens de peso como Jujutsu Kaisen, Chainsaw Man e Frieren, a DKB Toys basicamente acertou o “combo” geek: itens licenciados, formatos que incentivam coleção e estética feita para exibir. Se a primeira leva na HMV esgotou rápido, imagina o que vem quando as próximas licenças entrarem no radar.
No fim, é aquele tipo de lançamento que faz o fã pensar: “ok, só vou pegar um” e, quando vê, tá completando conjunto, montando galeria e já procurando o box que faltava. Porque colecionador, né?
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