G.I. Joe pode estar prestes a voltar ao cinema com força total, e o mais doido é que o reboot já parece ter data na cabeça: 2027.
- O que o Danny McBride soltou sobre o reboot
- Paramount quer reboot completo da franquia
- Springfield já nasce com cheiro de Cobra
- Da obsessão por brinquedos ao tom mais sério do filme
- E agora, dá para acreditar que vai sair do papel?
O que o Danny McBride soltou sobre o reboot
O reboot de G.I. Joe (Comandos em Ação) no cinema pode estar mais perto do que a gente imaginava. Em entrevista ao podcast Happy Sad Confused (via World of Reel), o ator e roteirista Danny McBride comentou que o projeto está em ritmo acelerado.
Segundo ele, o roteiro já está escrito e a ideia é filmar em 2027. McBride deixou claro que está animado com o material e que a Paramount parece estar na mesma sintonia. Traduzindo do “geek” para o “vida real”: se o estúdio estiver mesmo comprometido, esse reboot pode deixar o limbo de anúncio eterno e virar produção de verdade.
Ele também reforçou a intenção de recomeçar a franquia do zero. Não é aquela abordagem “vamos remendar o que já existe”. É mais tipo “reset do console”: começa do início e tenta acertar o jogo no tempo certo.
Paramount quer reboot completo da franquia
O reboot seria o primeiro filme da marca desde G.I. Joe Origens: Snake Eyes (2021), com Henry Golding. Ou seja, já rolou uma pausa considerável. E pausa, para franquia, geralmente é sinônimo de reavaliação: qual é o rumo? qual é o diferencial? qual é a identidade?
De acordo com o que foi comentado, o objetivo é fazer um reboot completo. Isso costuma ser bom e arriscado ao mesmo tempo: bom porque dá espaço para corrigir tropeços anteriores; arriscado porque a expectativa vem com a galera pedindo coerência, ação e personagens que façam sentido.
Inclusive, o histórico recente mostra que houve tentativas diferentes de desenvolvimento. Em fevereiro, foi noticiado que Max Landis e McBride tinham roteiros em paralelo na Paramount, que depois seriam unificados. Em março, saiu a informação de que o roteiro de Landis foi recusado. A partir daí, a ideia do McBride ganhou mais força como o caminho “oficial” da vez.
Springfield já nasce com cheiro de Cobra
Uma das partes mais interessantes da entrevista foi a “geografia” do filme. A história, segundo McBride, se passa em Springfield, mas não aquele Springfield amistoso de camiseta e fogueira no quintal. Aqui, a cidade é secretamente toda da Cobra.
Isso muda completamente o clima. Em vez de um mundo dividido e óbvio, a proposta é colocar o espectador dentro de uma teia de espionagem, paranoia e ação com cara de “ninguém é confiável”. Para quem curte narrativas de intriga militar, é um prato cheio.
E é aquela escolha que combina com reboot: cria um gancho narrativo que se sustenta sozinho e evita depender de continuidade direta. Se tudo começar “agora”, o filme consegue puxar o público para o universo sem exigir que você tenha visto cada detalhe do passado.
Da obsessão por brinquedos ao tom mais sério do filme
McBride também contou que se inspirou nos desenhos animados e nas histórias em quadrinhos. Ele deixou bem claro que G.I. Joe era obsessão de infância. E aí vem a cereja: ele ainda guarda seus bonecos. Tipo aqueles colecionadores que não falam “coleciono”, falam “preservo relíquias”.
Outro ponto: o filme não vai ser uma comédia. O que dá a entender é que, apesar de McBride ser conhecido pelo humor afiado em outros projetos, aqui a proposta é apostar no “suspense e na ação”. Isso é importante porque reboot às vezes vira “paródia disfarçada”. Neste caso, a intenção parece ser outra: levar G.I. Joe para um tom mais tenso e cinematográfico.
Se a Paramount realmente está animada e se a produção caminhar para 2027, a franquia pode finalmente voltar com identidade própria. Não é “só mais um filme de ação”. É ação com contexto, intriga e a vibe clássica dos uniformes e do conflito Cobra versus Comandos.
E agora, dá para acreditar que vai sair do papel?
Com McBride no roteiro e a Paramount aparentemente empolgada com o reinício, o reboot de G.I. Joe ganha cara de projeto vivo. A promessa de filmar em 2027 pode ser só planejamento, claro, mas o timing e a direção apontam para algo bem mais concreto do que “rumor de internet”. Vamos ver se a Cobra também tem planos para sabotar o cronograma. Porque, né, no universo deles, até o calendário entra na mira.
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