Resident Evil ficou com duração curtinha e muita gente ficou tipo “é isso mesmo?”. E agora o diretor Zach Cregger explicou por que o filme anda na contramão dos blockbusters atuais.
- O reboot curto e por que doeu
- Zach Cregger respondeu aos trailers
- Narrativa eficiente, sem excessos
- Quando chega e quem está por trás do novo Resident Evil
- Ok, mas isso é bom para a franquia?
O reboot curto e por que doeu
O novo Resident Evil (reboot dirigido por Zach Cregger) marcou fãs e curiosos porque a duração é bem menor do que a galera está acostumada. O filme tem 1h35min, um número que soa quase “teenager” perto de tanto blockbuster que passa fácil de duas horas.
Segundo o diretor, essa escolha não foi acaso. Ela foi pensada para dar ritmo e manter a atenção no que realmente importa, o que, para uma franquia de suspense e terror, faz bastante sentido. Se você vem de jogos e está acostumado com tensão constante, sabe que enrolação é quase um boss final escondido.
Zach Cregger respondeu aos trailers
Durante a San Diego Comic-Con, em entrevista ao Deadline, Zach Cregger soltou a provocação que muita gente pensa e poucos assumem em voz alta. A ideia é simples: os filmes “ficam longos demais”, porque o público já chega no cinema preparado para aguentar uma maratona de prévia.
Ele brincou que, no fim, sobra pouco tempo real para o filme. E aí entra a crítica: entre trailers, logística de sair do cinema e a rotina do dia seguinte, a experiência vira uma espécie de “evento prolongado” em vez de uma história redonda.
Para referência do contexto e cobertura do setor, dá para acompanhar a abordagem geral do Deadline em notícias de cinema e indústria em Deadline.
Narrativa eficiente, sem excessos
Mais do que reclamar, o diretor justificou o objetivo criativo: contar a história de forma direta. Ele ressaltou o desafio de criar uma narrativa eficiente, sem “enchimento”. Em outras palavras, nada de “vamos esticar porque dá”. A meta foi ser enxuto, direto e conciso.
Isso muda o jeito como a trama pode respirar. Em terror, por exemplo, o tempo costuma funcionar melhor quando a ameaça é constante. Personagem parado demais no mapa, cena redundante ou explicação em excesso pode matar o clima. Um filme mais curto não garante qualidade, mas ajuda a reduzir espaço para distrações.
E sim, isso também conversa com o ritmo de muitos Resident Evil dos jogos: você anda, enfrenta, gerencia recursos e segue. É suspense, não reunião.
Quando chega e quem está por trás do novo Resident Evil
O novo Resident Evil chega aos cinemas em 17 de setembro de 2026. O roteiro fica por conta de Shay Hatten, conhecido por trabalhos como Bailarina e franquias recentes de ação.
Na direção, Zach Cregger. O elenco traz Austin Abrams como protagonista, com participação de Paul Walter Hauser, Kali Reis, Zach Cherry e Johnno Wilson. Ou seja, tem mistura de talentos com experiência em tensão, ação e personagens marcantes.
Tem ainda o contexto industrial: o projeto passou por disputas e parcerias até ficar com a Sony, com supervisão da Columbia Pictures. E considerando que este é o segundo reboot da franquia, a pressão por acertar o tom está alta.
Ok, mas isso é bom para a franquia?
Se o Resident Evil realmente vai ser enxuto do jeito que Zach Cregger prometeu, a tendência é que a gente perca menos tempo e sinta mais impacto. Mas aí vem a pergunta que divide fandom: tamanho curto é sinal de precisão… ou medo de gastar tempo demais?
Sugestão para o seu Set-up Nerd:
Encontramos produtos incríveis com desconto!
Ver Action figure Oppenheimer collectible 6 inch boneco colecionável na Amazon















