Tomb Raider King: novo anime “tipo Solo Leveling”

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Tomb Raider King chega em julho e já está sendo comparado com Solo Leveling por causa da mesma pegada de poder, estratégia e revanche. Só que aqui o mapa é feito de tumbas e relíquias.

Por que Tomb Raider King virou assunto agora

Depois do hype lá em cima de Solo Leveling, é praticamente inevitável que qualquer anime com “protagonista forte em mundo sobrenatural” acabe ganhando o carimbo de novo queridinho do mesmo público. E é exatamente isso que Tomb Raider King parece ser: ação com evolução, trapaças entre rivais e um cenário que dá vontade de maratonar já no primeiro episódio.

Com estreia marcada para 8 de julho no Crunchyroll, a obra vem sendo destacada por misturar fantasia de poderes com o clima de exploração. Se Solo Leveling é sobre caçar e subir de nível, Tomb Raider King puxa mais a vibe de “raider” de relíquias, só que em escala quase apocalíptica.

O protagonista volta no tempo e troca luta por antecipação

No coração da trama está Jooheon Suh, também chamado de Ryoga Goriki na versão japonesa. Ele é um saqueador de tumbas habilidoso, daqueles que entendem como o perigo funciona, sabem onde pisar e, de quebra, conseguem extrair valor do caos. Só que rola a clássica: ele é traído pelo próprio empregador e, à beira da morte, recebe uma chance que parece quase fanfic, mas aqui vira mecânica narrativa.

Ele desperta 15 anos no passado. A sacada? Em vez de só tentar ficar mais forte no modo “agora vai dar”, ele passa a jogar por antecipação. É o tipo de história que deixa no ar a pergunta: se você já sabe o que vai acontecer, você corre para ganhar ou para evitar?

O que lembra Solo Leveling (e onde a história muda o jogo)

A comparação com Solo Leveling faz sentido porque os dois títulos têm um núcleo parecido: um protagonista que entende as regras do sobrenatural e usa isso para subir de posição. Rolam disputas de influência, decisões estratégicas e aquele sentimento gostoso de “tô juntando vantagem”, mesmo quando o mundo tenta te esmagar.

Mas Tomb Raider King muda o cenário. Em vez de portais e caçadores, a viagem acontece por tumbas misteriosas e relíquias que alteram a realidade. O foco deixa de ser só lutar e vira mais “interpretar o jogo”. O protagonista quer tomar relíquias antes dos rivais, controlar o timing e, claro, usar a memória do futuro como arma.

Relíquias, empresas e uma corrida global por poder

Em Tomb Raider King, a coisa começa em 2025: tumbas surgem em várias partes do mundo e, dentro delas, aparecem relíquias com habilidades especiais. Só que relíquia não é item “raro e bonitinho”. Ela é combustível para corrida global, porque atrai exploradores, empresas e figuras dispostas a tudo para controlar essas novas regras da física, do destino e da sorte.

Essa atmosfera cria um tipo de pressão que combina com o que o público curte em histórias de poder: não basta vencer, você precisa vencer no sistema certo, antes que o sistema vire contra você. E, com o Jooheon voltando no tempo, a narrativa ganha uma camada a mais de tensão, já que cada escolha vira uma tentativa de reescrever a própria história.

Para conferir a programação e as novidades da plataforma, vale ficar de olho no Crunchyroll, que concentra as estreias da temporada.

Elenco, estúdio e adaptação da web novel

O elenco japonês traz Yoshimasa Hosoya como Ryoga Goriki/Jooheon Suh, Saori Hayami como Irene Holton, Junichi Suwabe como Taisei Oogawara/Taejoon Kwon, Miyu Irino como Kotaro Yanagi/Jaeha Yoo e Nobuhiko Okamoto como Noboru Kureha/Seungwoo Oh.

Na produção, o projeto é do STUDIO EEK, adaptando a web novel de SAN.G. A divulgação oficial também menciona a obra tendo versão em webtoon, com arte de Yuns, do REDICE STUDIO. Ou seja: tem material suficiente para sustentar um começo forte e, se acertarem o ritmo, pode virar maratona rápida para quem gosta desse subgênero de “poder sobrenatural com estratégia”.

Solo Leveling abriu a porta… Tomb Raider King vai entrar na sala?

Se você curte a fórmula de protagonista esperto, evolução progressiva e uma dose saudável de revanche, Tomb Raider King tem tudo para chamar a atenção logo na estreia. E a melhor parte é que não parece só uma cópia: as tumbas e as relíquias dão uma cara própria para o caos.

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