José Loreto no skate e Chorão: [REVELADO] estreia em março

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José Loreto celebrou o Kikito em Gramado e entregou detalhes da preparação no skate para viver Chorão, com estreia oficial prevista para março.

[ENTENDA] Por que esse filme sobre Chorão virou assunto imediato

Quando um biopic musical começa a ganhar tração, o povo reage em duas frentes: memória afetiva do artista e curiosidade sobre a adaptação para o cinema. No caso de Chorão (do Charlie Brown Jr.), essa mistura ficou ainda mais forte depois do prêmio do Kikito no Festival de Cinema de Gramado, com José Loreto no papel do cantor. E sim, tem skate nessa história, porque a identidade do personagem não se sustenta só no figurino e na fala.

Por que o Kikito muda o jogo

Segundo Loreto, a premiação amplia a visibilidade do longa e acende um “modo hype” para quem estava esperando uma estreia maior do que só um anúncio em rede social. O ponto-chave é o timing: o filme chega aos cinemas em março. Ou seja, o Kikito funciona como holofote para um lançamento que ainda nem virou calendário oficial de sessão.

Em outras palavras, é aquele efeito “chegou o sinal, agora todo mundo quer saber o capítulo seguinte”. E o mais interessante é que o ator reforça que a conquista não é só individual: é um processo construído pela equipe, do elenco aos detalhes que fecham a performance.

Treino no skate para viver Chorão

Vamos ser sinceros: atuar como um ícone do rock já exige pesquisa, voz, presença e assinatura emocional. Mas, para Chorão, existe um componente físico que é quase uma extensão do personagem: o skate. Loreto contou que antes das filmagens não era “fera”, dominava apenas fundamentos básicos e foi construindo o repertório enquanto o projeto avançava.

A preparação virou parte da composição. E aqui entra uma sacada nerd que explica por que a galera compra a ideia: quando o ator respeita o “mínimo que define” um estilo, o público percebe. Mesmo que a manobra não seja exatamente a mais apelativa, a energia e a base já mudam a leitura em cena.

Para entender a origem do Charlie Brown Jr. e o contexto cultural que cerca Chorão, vale conferir o histórico na Wikipédia do Charlie Brown Jr., que resume a trajetória da banda e ajuda a contextualizar por que o filme tem peso.

O “olliezinho” e a evolução na prática

Um dos trechos mais legais da entrevista é a maneira descontraída com que Loreto descreve o próprio progresso. Ele brinca dizendo que virou quase um profissional. E aí vem o detalhe que prende a atenção: o ator menciona que a manobra básica, o ollie, já precisava entrar no repertório.

Ou seja, não era sobre fazer “show” o tempo todo. Era sobre garantir que o corpo do personagem estivesse no ritmo certo. Para quem curte skate, você já sacou: é muito mais sobre repetição, equilíbrio e controle do que sobre um movimento isolado. E para cinema, isso vira credibilidade visual.

Novela das 21h e reviravoltas no radar

Além do projeto sobre Chorão, José Loreto também comentou o andamento de uma outra frente de trabalho. Ele integra a novela “Quem ama Cuida” e, segundo o ator, a trama vem com reviravoltas antes mesmo da metade da história.

É aquela combinação que fãs entendem bem: quando um ator consegue transitar entre música, drama e televisão ao mesmo tempo, a gente sente que os personagens tendem a ganhar camadas. E, pra março, isso só aumenta a expectativa, porque o filme já chega com validação de palco em Gramado.

Março vai ser “a data do barulho”, ou o filme surpreende mais do que a gente imagina?

Se o Kikito em Gramado foi o começo, o skate como base da performance é o caminho. Agora falta saber se a estreia em março vai entregar o que promete: um Chorão que faz sentido para quem viveu e para quem só quer entender por que ele marcou tanto.

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