Millie Bobby Brown fez teste para Logan e chorou por X-23

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Millie Bobby Brown revelou numa entrevista que, aos 11 ou 12 anos, fez teste para participar de um dos filmes do Wolverine ao lado de Hugh Jackman. E, segundo ela, ficou “despedaçada” por não conseguir o papel de X-23.

A audição secreta para Logan, do nada

Promovendo Enola Holmes 3 em entrevista à Entertainment Weekly, Millie Bobby Brown contou uma história que parece cena de filme. No quadro “Lie vs. Lie”, ela conversou com Louis Partridge e relembrou que participou de uma audição para um dos filmes do Wolverine quando ainda tinha só 11 ou 12 anos.

Sim, a parte mais absurdamente “uau” da narrativa é que o teste era para atuar ao lado de Hugh Jackman. Dá para imaginar o nível de pressão, né? Tipo quando a gente pensa: “ok, hoje eu vou fazer cosplay, mas eu não sou o personagem certo”.

“Despedaçada”: o impacto de não ser X-23

Na conversa, Partridge perguntou como ela se sentiu ao sair da sala de teste. E a resposta de Brown foi bem direta: “Despedaçada”. Segundo ela, a sensação era de que provavelmente não tinha conseguido, porque parecia que existia outra pessoa melhor para a função.

Esse detalhe pega de um jeito curioso: não é só frustração. É aquela mistura de esperança com ansiedade que a galera vive em audições. E a Millie falou isso com a sinceridade típica de quem cresceu em frente às câmeras e sabe exatamente como funciona o jogo.

O papo ainda ganhou uma camada extra quando ela explicou que, pelo que parecia na situação, o papel era para Logan. Em outras palavras: era uma chance real, daquelas que você lembra por anos.

Dafne Keen entrou no lugar e virou padrão

No fim, o papel de X-23 acabou indo para Dafne Keen, que reprisou a personagem depois. E aqui vale lembrar que X-23 não é qualquer coadjuvante. Em Logan (2017), a personagem ajuda a dar aquele peso emocional e ao mesmo tempo aumenta a tensão do universo do Wolverine.

Para completar, o destino da história também ficou amarrado com o que veio depois em Deadpool & Wolverine, onde a X-23 aparece novamente. Ou seja: o “match” da franquia acabou acontecendo com a pessoa certa, no tempo certo, e com o público levando essa versão como referência.

Se você é do time que acompanha o lado mais “nerd raiz” das escalações, o caso Millie x X-23 é um daqueles plots reais que lembram que Hollywood também tem multiverso. Só que o multiverso, às vezes, é de testes de elenco.

Por que isso importa hoje para Enola Holmes 3

É interessante notar como a história aparece enquanto ela divulga Enola Holmes 3. No filme, Millie vive uma detetive que enfrenta tramas com estratégia e coragem. Fora das telas, ela parece estar contando a mesma coisa, só que no modo “audition lore”.

E o contraste fica ótimo: ela passou de menina testando para o universo dos mutantes para hoje ser uma estrela carregando o próprio projeto. Enquanto a X-23 ficou com Dafne Keen, Brown seguiu o caminho dela e virou referência ainda mais forte da cultura pop.

Aliás, dá para acompanhar mais sobre o universo Wolverine e suas ramificações em páginas como a da Wikipedia, que reúne detalhes e contexto do filme de 2017 e do legado da personagem.

Como fica a história dessa “quase X-23”?

No fim, a revelação é daquele tipo que dá um nó no coração e faz sorrir ao mesmo tempo. Millie Bobby Brown não conseguiu ser X-23 naquele momento, mas também não perdeu o bonde. Pelo contrário: virou a Millie Bobby Brown que a gente conhece, e agora olha para trás com uma memória bem humana, sem glamour e sem filtro.

E fica a pergunta: se ela tivesse sido escalada, o que teria mudado na rota de X-23 no cinema? Provavelmente nada grande para o universo, mas talvez mudasse a sensação para quem ama Marvel e mutantes. Porque na cultura geek, a gente não torce só pela história. A gente torce pelo casting. E, quando o casting não rola, dói. Dá para sentir.

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